A tortura de um homem forte é maior que a de um doente.
O doente imagina o mundo e o são o possui. O doente pensa que não pode apenas pela sua doença e o forte sente inútil sua força.
Por isso a poesia dos poetas que sofreram é doce, terna. E a dos outros, dos que de nada foram privados, é ardente, sofredora e rebelde.
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