Fazíamos sexo frequentemente porque gostávamos de intimidade rápida, e o sexo nos oferecia a forma mais reduzida de uma possível união. Para as pessoas que procuram o prazer sem compromisso, sexo é perfeito. Gostávamos de assistir a filmes proibidos e de estar bêbadas ou insensíveis antes de ir para a cama com um novo homem, para ter uma desculpa caso demonstrássemos paixão excessiva ou ternura verdadeira. Às vezes, em função do incestuoso círculo no qual orbitávamos, perguntávamos aos homens com quem dormíamos sobre o desempenho sexual de nossas companheiras de sexo. Ao contrário da geração seguinte, tínhamos poucas lésbicas entre nós. Marilyn dizia na Esquire que, quando abraçávamos nossas namoradas, tudo em que podíamos pensar era que tinham ombros estreitos.
Aprendíamos muito com nossos amantes. Por exemplo, que as mulheres tinham de se exibir para progredir e que a melhor maneira de ir para frente era dando algo. Também adquiríamos uma grande quantidade de informações sobre política, negócios, artes e esportes. Falávamos com autoridade sobre esportes, como futebol e beisebol. Aprendíamos até a dar palpites sobre corridas de cavalos. Na realidade, podíamos trapacear.
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