Sempre atraíamos olhares nos aeroportos.
Gostávamos de visitar países de clima quente.
Dormíamos com estranhos sempre que desejássemos.
Aprendíamos muito com nossos amantes; aprendíamos que a melhor maneira de progredir era dar alguma coisa.
Nossos maridos estavam, em sua maioria, registrados na Quem é Quem.
Queríamos tudo, conseguíamos tudo, e, então, descobríamos que não era o suficiente. Além disso, não tínhamos como manter o conquistado.
Havíamos lido e escrito muitos dos livros sobre mulheres como nós e nossa maneira de viver.
Éramos uma geração de mulheres ''tipo A, classe A, nota 10''.
Éramos muito boas companheiras. Na verdade, ainda somos.
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