domingo, 14 de julho de 2013

Quando Otávio a beijara, segurara-lhe as mãos, apertando-as contra seus seio, Joana mordera os lábios a princípio cheia de raiva porque ainda não sabia com que pensamento vestir aquela sensação violenta, como um grito, que lhe subia do peito até entontecer a cabeça. Olhou-o sem vê-lo, os olhos nublados, o corpo sofredor. Precisavam despedir-se. Afastou-se bruscamente e foi embora sem se voltar para trás, sem saudade.

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