Que teu corpo anseie,
Teu ventre queime de amor!
E te ofereças,
Sem nenhum pudor...
Ah... e que tenhas saudade!
Não te aquietes
Sem a minha carne...
Não escondas tua umidade!
Que tua boca implore
E peça versos desbocados...
E suja,
Me conte os teus pecados!
E não aguentes mais essa fome,
Esse bem que te atormenta...
E bem louca,
Gemas o meu nome...
Mas que estejas assim:
À minha espera...
E nua,
Tenhas pressa de mim!
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