quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Não morrer. Por que... na verdade onde estava a morte dentro dela? - indagou-se devagar, com astúcia. Dilatou os olhos, ainda não acreditando na pergunta tão nova e cheia de deslumbramento que se permitira inventar. Caminhou até o espelho, olhou-se - ainda viva! O pescoço claro nascendo dos ombros delicados, ainda viva! - procurando-se. Não, ouça! Ouça! Não existia o começo da morte dentro de si! E como atravessasse o próprio corpo violentamente, em busca, sentiu levantar-se de seu interior uma aragem de saúde, todo ele abrindo-se para respirar...

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